Debaixo dos carvalhos a visão, dos sentidos, entrou na magia que todos deviamos sentir.
Olhamos para as coisas com deslumbramento, em Silêncio.
Em silêncio.
"Temos que falar baixinho para vermos a natureza!"
E vimos. O pisco de peito ruivo instalou-se na rocha gigante, mostrou-se, não o tempo suficiente para podermos perpectuar o momento na máquina, mas não faz mal. A rã, lá ao fundo, com um dos maiores poderes da vida lá fora, escondia-se confundindo-se com as plantas, o melro azul cantava-nos lá em cima.
Os tesouros são sempre fáceis de encontrar.
Temos é que fazer silênco.
Olhar para todo o lado.
Partilhamos segredos de fascinio.

A magia das estórias que as árvores têm para contar é tão quente que nos protegem da chuva.
Deviamos todos de sair mais de casa.
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